É a proposta de trocar, emprestar e comprar objetos usados, em vez de
adquirir produtos novos. Por exemplo: sabe aquele game que você não
joga mais? Ao emprestá-lo a um amigo, ele não precisa comprar um novo,
diminuindo o desperdício e conservando a energia e a matéria-prima que
seriam usados em sua fabricação. Esse tipo de troca, claro, já existia
havia muito tempo. Mas agora ganhou força com o crescimento da internet e
da preocupação ambiental.
Nos EUA, houve ainda outro fator: a crise econômica de 2008. “A ideia é que as pessoas não precisam ter a posse dos objetos. Apenas o acesso a eles. Por exemplo: você não precisa comprar uma furadeira se só vai usá-la poucas vezes”, diz Guilherme Brammer, fundador do DescolAí, site brasileiro de consumo colaborativo lançado em junho.
Disponível em https://super.abril.com.br/mundo-estranho/o-que-e-consumo-colaborativo/
Nos EUA, houve ainda outro fator: a crise econômica de 2008. “A ideia é que as pessoas não precisam ter a posse dos objetos. Apenas o acesso a eles. Por exemplo: você não precisa comprar uma furadeira se só vai usá-la poucas vezes”, diz Guilherme Brammer, fundador do DescolAí, site brasileiro de consumo colaborativo lançado em junho.
Disponível em https://super.abril.com.br/mundo-estranho/o-que-e-consumo-colaborativo/
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